Dicas
Vá em busca dos seus sonhos, mas com planejamento
Ter, 04 de Dezembro de 2012 16:20
Mudar a rota da carreira e começar a atuar em uma área ou função completamente diferente pode assustar, principalmente para profissionais que já são reconhecidos em sua área de atuação. Mas há quem encare o desafio mesmo que a mudança acarrete em menores ganhos ou uma função, aparentemente, de menor status.
 
Esse é o caso, por exemplo, da economista Eduarda La Rocque. Embora com carreira predominante no mercado financeiro, tinha o desejo de trabalhar na área social. A guinada não foi imediata. Para chegar onde queria, primeiro se tornou secretária de Finanças da prefeitura do Rio de Janeiro no inicio da administração de Eduardo Paes, em 2009, mas já tinha a ideia de ir para a área social. “Comecei a estudar a possibilidade de abrir uma organização não governamental ou algo parecida em 2008, mas aí achei que migrar para o setor público me daria uma oportunidade maior”, disse.
 
Nesse período, estava em processo de venda de sua empresa, a Risk Control, para a Accenture. Aceitado o desafio, avisou o prefeito de que o desejo era trabalhar na área social. Esse momento chegou em agosto, quando Eduarda assumiu a presidência do Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos (IPP), que é responsável, entre outras coisas, a autarquia municipal cuida do desenvolvimento de projetos voltada para a integração social e urbana da cidade. “Aparentemente pode ser um cargo de menor peso, mas isso não é problema. Quero transformar o instituto em referência em políticas públicas”, afirma.
 
De acordo com a economista, ganhar dinheiro nunca foi o objetivo principal, mas o fato de ter feito um colchão anterior ajudou na decisão, uma vez que gestores públicos possuem uma remuneração inferior aos da iniciativa privada. “Vivemos em uma sociedade em que o sucesso é identificado por dinheiro.”
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Competir é bom ou ruim para o profissional?
Sex, 30 de Novembro de 2012 13:20
A competição tem seu lado positivo, mas, sem limites, a ânsia por ser melhor do que os demais pode prejudicar a carreira.
 
A avaliação é do administrador e palestrante Jerônimo Mendes, autor do livro "Oh, Mundo Cãoporativo!". Segundo ele, uma boa competição obriga o profissional a sair do estado de inércia, para brigar por metas maiores.
 
Por exemplo, ela pode levar alguém a se matricular em um MBA, a aprender outro idioma, a cultivar seu networking, a desenvolver a habilidade de trabalhar em equipe e se relacionar com as pessoas, enfim, a não se acomodar.
 
"O ser humano já nasce competidor. É claro que alguns são mais passivos e acomodados, sendo capazes de trabalhar por toda uma vida na mesma empresa, praticamente na mesma função, enquanto outros são mais ambiciosos", explica.
 
Quando a competição prejudica
 
No entanto, quando os limites são ultrapassados, muitas são as consequências negativas. Para começar, a vida do competidor pode, facilmente, "virar um inferno", nas palavras de Mendes.
 
Ficar o tempo inteiro se comparando com os outros, se aborrecer todas as vezes que um colega se destacar mais, sentir-se mal quando seus esforços não são premiados - o que é muito comum no ambiente de trabalho - e lamentar a demora da promoção são atitudes que mais prejudicam do que ajudam.
 
"Não dá para insistir na comparação com os outros. Cada um tem sua história de vida, seu tempo... Não adianta, por exemplo, querer ser um dos principais executivos de uma empresa quando se está há apenas três anos trabalhando nela", garante.
 
Ainda segundo o especialista, "é mais fácil crescer quando há foco, paciência e planejamento do que quando se é refém dessa obstinação por ser o melhor". Ele defende que não há nada pior do que a alienação. "É preciso aceitar que uma carreira é construída aos poucos e seus colegas podem ter caminhado muito mais".
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As cinco habilidades comunicativas mais importantes numa entrevista de emprego
Sex, 30 de Novembro de 2012 13:18
Por Pollyanna Melo
 
A Right Management, consultoria organizacional líder em transição de carreira (outplacement) , divulgou um estudo recente que detectou cinco habilidades comunicativas cruciais determinantes para o sucesso de um candidato numa entrevista de emprego. 
 
O estudo revelou que candidatos precisam ser mais concisos, diretos e claros nas respostas dadas numa entrevista. Os resultados permitem desenvolver métodos para melhorar a habilidade de comunicação eficiente e segura.
 
Conteúdo das respostas
 
Nada é pior para um entrevistador que uma resposta vaga e lacônica. Por outro lado, respostas longas demais demonstram que o candidato está nervoso e pode ter esquecido o cerne da questão, tentando substituir o conteúdo por quantidade. Esse tipo de resposta é indelicada e desperdiça o tempo precioso do entrevistador com histórias que não têm ligação com a questão que está sendo discutida.
 
Um bom ensaio, incluindo o feedback de alguém cuja opinião lhe seja relevante, ajudará a formular as respostas, que devem ser equilibradas entre responder adequadamente às perguntas do entrevistador e manter seus comentários com duração apropriada.
 
Estrutura das respostas
 
Uma resposta estruturada e concisa indica pensamento organizado e demonstra que o candidato não só tem o domínio do assunto, como também sabe como comunicá-lo. Antecipar perguntas permite preparar e praticar respostas – o segredo para assegurar que o entrevistado está comunicando algo importante e convincente. Ser eficiente em uma entrevista é semelhante a ser um bom orador. Cada resposta é resumida e pode conter alguns dos mesmos elementos de um discurso feito a um público maior, mas mais sutilmente. 
 
Especialmente ao responder a perguntas cruciais e complexas ou a perguntas que requeiram respostas em partes, é preciso estruturar a explicação, de modo que o ouvinte possa acompanhar facilmente o está sendo dito. Por exemplo, é possível delinear as repostas no discurso de abertura que indica o escopo do que seguirá. Cada parte da resposta, então, pode ser destacada ou sinalizada de algum modo, para mostrar de qual subtópico está se falando – do mesmo modo que os títulos em negrito de um artigo. Por último, pode-se encerrar as considerações com algo que junte as idéias e convide o entrevistador a intervir.
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