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Governo muda regra para seguro-desemprego
Ter, 04 de Dezembro de 2012 16:17
Para incentivar a formação de mão de obra qualificada e atacar o problema do desemprego reincidente, o governo decidiu condicionar o recebimento do seguro-desemprego à matrícula em cursos de formação, sempre que o trabalhador requisitar o benefício pela terceira vez em um período de dez anos.
 
De acordo com o decreto publicado no Diário Oficial, o curso deverá ser formação inicial e continuada ou de qualificação profissional, habilitado pelo Ministério da Educação (MEC), com carga horária mínima de 160 horas. A frequência, além da matrícula, também será cobrada.
 
Pelo programa costurado com o apoio da Casa Civil, o MEC deverá garantir a recolocação desses trabalhadores que passaram pelo curso de formação, por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
 
As informações sobre as características dos trabalhadores beneficiados deverão ser encaminhadas periodicamente pelo MEC ao Ministério do Trabalho, para subsidiar as atividades de formação destinadas a esse público.
 
No caso do trabalhador recusar o curso ou infringir algumas das regras previstas pelo governo, o seguro-desemprego poderá ser cancelado. Hoje, têm direito ao seguro os trabalhadores desempregados que tiverem sido demitidos sem justa causa. O valor do benefício varia de R$ 622 a R$ 1.163,76, de acordo com a média salarial dos últimos salários anteriores à demissão.
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A arte de montar e liderar equipes vencedoras
Sex, 30 de Novembro de 2012 13:24
Evaldo Costa
 
Um dos grandes segredos do sucesso é conseguir montar e manter equipes vencedoras. Nunca foi simples identificar, atrair, contratar e manter em nosso time os melhores profissionais do mercado. "Aquele que nunca aprendeu a obedecer não pode ser um bom comandante" - Aristóteles.
 
No entanto, há no mundo dos negócios muitos exemplos de líderes que nos mostraram que vale a pena persistir na busca de desenvolver a arte de liderar líderes. Aliás, o que não faltam são exemplos de empreendedores magníficos que em suas épocas souberam transformar os seus negócios em rios de dinheiro.
 
Como você deve estar imaginando, estamos falando de homens como Lee Iacocca, ex-CEO da Chrysler; Jeff Bezos, CEO da Amazon.com; James Burke, ex-CEO da Johnson & Johnson; Michael Dell, CEO da Dell Computers; Peter Drucker, educador e autor; Alan Greenspan, presidente do Federal Reserve; William Gates, presidente da Microsoft; Steven Jobs, CEO da Apple Computer; Ted Turner, fundador da CNN; Sam Walton, fundador do Wal-Mart; Jack Welch, ex-CEO da General Electric; Ricardo Semler, presidente da Semco S/A; Antônio Ermírio de Moraes, presidente e membro do conselho de administração do Grupo Votorantim; entre outros.
 
Diante de tantos astros não poderíamos deixar de citar Michael Eisner, um dos maiores ícones na área de negócios em todo o mundo. Entre 1984 e 2005, ele ocupou a função de CEO da The Walt Disney Company. Com maestria, Eisner revitalizou, reinventou e transformou a Disney no maior império de entretenimento do mundo. Em sua gestão, a Disney passou de US$ 1,7 bilhão para mais de US$ 30 bilhões de faturamento.
 
Piratas do Caribe e Uma Linda Mulher foram apenas alguns dos grandes sucessos nascidos em sua gestão, isso sem falar na série de televisão Lost. Sob sua liderança, foram inauguradas a Disneyland Paris, Tokyo DisneySea e Hong Kong Disneyland. Além de ter aberto hotéis e ter adquirido a Capital Cities/ABC, que inclui a rede de televisão ABC líder de audiência em 1977. "O primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que tem à sua volta" - Niccolo Maquiavel.
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Ou sua empresa muda ou terá fracassos
Sex, 30 de Novembro de 2012 13:21
Por Flavio Roberto Evangelista de Andrade – Portal Administradores
 
Assim como as pessoas só gostam de mudar para melhor, as organizações também. É muito óbvio que se as organizações são formadas por pessoas e as pessoas mudam, as organizações também devem mudar ou estarão dadas ao fracasso.
 
A ideia de mudança em administração começou a ser estudada ainda quando da Teoria do Desenvolvimento Organizacional, ou simplesmente Teoria do D.O. O descongelamento e o recongelamento de novas idéias necessárias à sobrevivência das empresas levou-as a arriscar mudanças importantes para um melhor desenvolvimento organizacional.
 
Mudanças às vezes são fundamentais outras vezes causam medo. É difícil dizer hoje em time que está ganhando não se mexe", justamente por causas das transformações velozes que passam as empresas. Tecnologia? Não! Nanotecnologia. Carta? Não? E-mail!Visão? Não! Ação ... e assim vai. Caro leitor, observou que tudo muda? É a ordem natural das coisas, assim como vemos no Marketing que existe o ciclo de vida do produto: introdução, crescimento, maturidade e morte, observamos que praticamente quase tudo que existe passa por um ciclo parecido. 
 
É fácil perceber que as empresas devem comprar os desafios atuais fomentando a real necessidade de mudança e principalmente da quebra de paradigmas.
 
A gestão da mudança organizacional pode trazer benefícios às empresas. Torna-se providencial que a empresa procure responder às perguntas: onde estou e como estou? Se estou perdendo clientes tenho que saber como posso mudar a situação, então preciso aumentar a minha cartela de clientes. Se estou perdendo, preciso saber onde e como! Não dá mais para fazer mudança por fazer. A mudança organizacional tornou-se fator de sobrevivência, onde as empresas tem que se ajustar. Ou se muda ou se morre! Triste é o destino de uma empresa sem rumo, sem direção. A falta de gestão compromete recursos e objetivos. A falta de gestão da mudança faz com que as empresas não possam enxergar o seu futuro e o que é pior será sempre a mesma empresa, com a mesma cara, mesma metodologia e mesma técnica. 
 
Um dos estudiosos que desenvolveu pesquisas sobre mudança organizacional foi John Kotter. John Kotter, é professor de Comportamento Organizacional e Recursos Humanos, na Harvard Business School, e especialista em liderança, cultura organizacional e gestão da mudança, temas dos quais é autor de vários best-sellers. Segundo Kotter, a função primária de um líder é produzir a mudança. A sua ação deve incidir sobre três áreas fundamentais: estabelecer a direção estratégica da empresa; comunicar essas metas aos recursos humanos; e motivá-los e inspirá-los para que sejam cumpridas. O seu último livro The New Rules é um guia da gestão de carreiras para os executivos nesta década marcada pela competição
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